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O medo usado como arma para suprimir as liberdades individuais

Catarina Santos e Edgar Sousa/Rádio Renascença

 

 

O filme estreia hoje, dia 26 e é inteiramente rodado no nosso país. Centra-se na figura de Estaline mas a realizadora, Fanny Ardant, faz uminteressante paralelismo para os nossos dias. Trata-se de mostrar como o medo é usado como meio para atingir um fim: manipular a opinião pública de forma a que as pessoas aceitem abdicar da sua liberdade, alegadamente em nome da segurança.

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Os governos ganham assim “legitimamente” acesso às nossas vidas e com isso a nossa privacidade desaparece.

Estaline foi o autor de um dos maiores genocidios da história da humanidade: crê-se que, enquanto esteve no poder, morreram mais de 66 milhões de pessoas (“O Arquipélago de Gulag”, A. Soljenitsyne).

A Rádio Renancença entrevistou a realizadora.

 

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