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Hospitais: há quatro anos que não se gastava tanto em prestações de serviços

Ana Maia | Diário de Notícias

 

Os gastos dos hospitais com as prestações de serviço cresceram no ano passado. Até Novembro a despesa já estava em 95 milhões e 600 mil euros, valor mais alto dos últimos quatro anos.

O ministro da Saúde quer reduzir a contratação de profissionais através de empresas a 10% até ao final da legislatura. No entanto o SNS ainda está a sofrer os efeitos da saída de muitos médicos por reforma antecipada, para o privado e emigração. O corte no pagamento das horas extra, em vigor desde 2012, acentuou ainda mais a tendência. Hoje Adalberto Campos Fernandes é ouvido na Comissão de Saúde, a pedido do PSD que quer explicações sobre um projecto-piloto nas urgências hospitalares de Braga e do Porto. E o número de urgências também subiu no ano passado, para 6,4 milhões.

O recurso às empresas tem sido uma solução para preencher as escalas de médicos nas urgências dos hospitais. Em Setembro, Adalberto Campos Fernandes disse querer reduzir a contratação através das empresas. “Nos últimos anos criaram-se condições para que muitos médicos se afastassem, o que levou a um uso grande de empresas. Trabalho que seria equivalente ao de 1260 médicos. A partir do próximo ano [2017], com o número de contratações, iremos tornar o recurso às empresas absolutamente marginal”, disse então, dando o objectivo de reduzir em 90% as horas de médicos tarefeiros até ao fim da legislatura.

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