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Douro quer azeite com Denominação de Origem Protegida

Beira.pt / Lusa

 

Autarquias, olivicultores e associações do sector deram esta segunda-feira, em Tabuaço, o primeiro passo para criação da primeira Denominação de Origem Protegida (DOP) para o azeite produzido na região do Douro.

O presidente da Câmara de Tabuaço, distrito de Viseu, disse à agência Lusa que a certificação do azeite do Douro “é importantíssima para criar valor acrescentado na marca, no produto e em quem o produz” e poderá ajudar a “incrementar as vendas do azeite duriense”.

A ideia passa por instituir uma DOP ou IGP (Indicação de Origem Protegida) “dar mais valor ao azeite” que é produzido no Douro. “Esta certificação é um passo gigantesco para o consumidor perceber que está perante um produto de excelência”, frisou.

O que, na sua opinião, poderá abrir as portas a novos mercados, aumentando o volume de exportações bem como os preços de venda.

“Nunca teremos sucesso pelo factor quantidade, mas sim pela qualidade, exclusividade e autenticidade daquilo que temos de melhor. O vinho é uma prova, mas não é um caso isolado”, salientou.

De momento, apenas existe a DOP do “Azeite de Trás-os-Montes” que engloba alguns concelhos durienses tais como Vila Flor, Vila Nova de Foz Côa, Carrazeda de Ansiães e Murça.

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