João Paulo Batalha
Associação Cívica Transparência e Integridade (TIAC)
[Foto: Enric Vives-Rubio]

“Fuga de 10 mil milhões deve ser explicada com urgência”
– afirma João Paulo Batalha, da Associação Cívica Transparência e Integridade

Liliana Borges | Público

 

Entre 2011 a 2014 foram feitas transferências de quase 10.000 milhões de euros que não foram, até à data, alvo de qualquer tratamento por parte do fisco apesar de terem sido comunicadas à administração fiscal pelas instituições financeiras, como a lei obriga, noticia o PÚBLICO esta terça-feira. O porta-voz da Associação Cívica Transparência e Integridade (TIAC), João Paulo Batalha, diz que não compreende como é que, “num país onde o Governo sabe quantos cafés se vendem e quantos maços de tabaco andam as pessoas a comprar, não haja uma verificação destas transferências” e que esta “fuga maciça de dinheiro deve ser explicada com urgência pelo actual Governo e pelo Governo anterior, na altura em funções”.

“É preciso verificar se houve uma falha por parte da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) ou se houve pressão política ou de alguma autoridade para que deixassem que muitos cidadãos e empresas deixassem sair milhares de milhões de euros” para os centros offshores e os chamados “territórios com tributação privilegiada”, sublinha João Paulo Batalha, em declarações ao PÚBLICO.

Ver original completo >>

João Paulo Batalha Associação Cívica Transparência e Integridade (TIAC) [Foto: Enric Vives-Rubio]
João Paulo Batalha
Associação Cívica Transparência e Integridade (TIAC)
[Foto: Enric Vives-Rubio/Público]

 

-0

Deixe um comentário

31 − 29 =

Facebook
Twitter
Google+
Linked In
RSS
Do NOT follow this link or you will be banned from the site!