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Há um fosso entre novos e velhos trabalhadores em Portugal
– considera FMI

Marta Santos Silva | eco.pt

 

Portugal está a abrandar a implementação de reformas estruturais. O mercado de trabalho é apenas um exemplo. Resultado: o ajustamento está quase todo a ser feito pelos que começam a trabalhar.

Portugal “está a abrandar a implementação de reformas estruturais””, em especial em áreas críticas como o mercado de trabalho e a eficiência da Administração Pública, alerta o Fundo Monetário Internacional na sua quinta avaliação pós-programa. Para o FMI, Portugal precisa de rever o fosso entre os contratos com termo certo e os permanentes, já que a flexibilização do mercado de trabalho está a desfavorecer particularmente os que acabam de entrar.

Em 2016, o Governo português quase não implementou novas reformas estruturais, escreve o credor de Portugal na sua quinta avaliação de acompanhamento após o programa de resgate, uma preocupação que faz eco das manifestadas pela OCDE no início do mês. As reformas que estão a ser postas em prática focam-se mais na melhoria do capital humano e em incentivos à inovação e desenvolvimento tecnológico, mas o FMI considera que há certas áreas que precisam de mais atenção: “A sondagem dos técnicos do FMI às empresas, no contexto das consultas de 2015 no âmbito do Artigo IV, sugeriu que as áreas-chave para levar a cabo reformas adicionais incluem a eficiência da Administração Pública e do sistema judicial, a disciplina de pagamentos das entidades do setor público, e as estruturas para restruturação da dívida empresarial e insolvência“.

(…)

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