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‘Assalto ao Castelo’ – Veja aqui a série completa de reportagens da SIC

Pedro Coelho | SIC

 

A SIC teve acesso a documentos vindos do “Castelo”, metáfora para o Banco de Portugal (BdP). Todos com o selo de confidencial, vindos directamente do departamento mais sensível do BdP, a Supervisão Micro-Prudencial.
Ao longo da reportagem, é explicado, brevemente, o passado do BES, bem como a constante promiscuidade entre o poder político e o banco. Define-se o que é a idoneidade dos banqueiros e os poderes que o BdP tem para a remover, assim implicando a demissão dos cargos.

Que papel teve afinal o Banco de Portugal no caso BES?
O regulador sabia e não agiu a tempo?
O poder de Ricardo Salgado terá ofuscado a atuação da supervisão?
O Banco de Portugal omitiu informações aos deputados da Comissão de Inquérito ao BES?

Quatro perguntas a que os três episódios da Grande Reportagem da SIC tentarão dar resposta.

Aqui revelamos dois documentos que começam a levantar o véu sobre os segredos do Banco de Portugal.

No segundo episódio da Grande Reportagem “Assalto ao Castelo”, revelamos um relatório do BPI que esteve, até hoje, na penumbra. Carlos Costa recebeu-o em 2013 e despachou-o para o seu vice a 1 de agosto de 2013 que, por sua vez, o despachou para o departamento de supervisão nesse mesmo dia. Nesse relatório, o BPI reúne documentação sobre o estado das finanças do GES. De acordo com esses dados, o grupo de Ricardo Salgado estava falido desde 2011. O que fez o Banco de Portugal? É a pergunta que se impõe.

No terceiro e último episódio da Grande Reportagem “Assalto ao Castelo”, viajamos até ao Dubai e mergulhamos numa geografia que ainda não integrava o mapa do maior escândalo financeiro que assolou Portugal. O centro da história é a filial do BES no Dubai. Um escândalo dentro do escândalo que Carlos Costa conhecia ao pormenor. A história começa com um famoso treinador de futebol.


Reportagem de Pedro Coelho, com imagem de José Silva com Luís Pinto e 4KFly.
Edição de Imagem de Rui Berton, produção editorial de Diana Matias, grafismo de César Ribeiro, Luís Bispo e Sérgio Maduro.
© SIC

 

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  • Jack Soifer 04/03/2017 at 22:51

    Infelizmente a SIC só abordou os eventos após 2011.
    A história é muito mais antiga, desde 2004. Publiquei desde Jan/2006 no JORNAL DE NEGÓCIOS,
    ainda sem detalhes e a partir de 2008 com detalhes. MUITO ACIMA de Carlos Costa estão os
    responsáveis, alguns fora de Portugal.

  • MANUEL DE SOUSA AZEVEDO 07/03/2017 at 12:00

    POBRE PORTUGAL, MAL DE NÓS SE NÃO HOUVER JUSTIÇA DURA SOBRE TODOS OS LADRÕES QUE LEVARAM PORTUGAL REDUZIDO A ZERO, COM UMA AGRAVANTE DE TODOS ELES JURAR POR SUA HONRA EM COMO A TIVESSE, CUMPRIR COM LEALDADE AS FUNÇÕES QUE LHE ERAM CONFIADAS, AGORA VAMOS VER SE ELES NÃO PREPARARAM AS LEIS Á SUA FEIÇÃO, PUBLIQUE-SE UMA LISTA DE TODOS AQUELES QUE ESTÃO COMPELISSES NA DESTRUIÇÃO DE PORTUGAL, Á SOMBRA DA NOSSA BANDEIRA VIVERAM E AINDA VIVEM TANTOS VAMPIROS QUE NOS CONTINUAM A SUGAR O NOSSO SUOR SANGUE E LÁGRIMAS, TODOS ATRÁS DAS GRADES POR LONGOS ANOS SEM PERDÃO…

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