Foto: Jorge Santiago

Manifestação contra a poluição no Tejo junta mais de 500 pessoas em Ródão

Lusa e Mário Rui Fonseca | mediotejo.net

 

“É necessário que o Ministério do Ambiente e a Agência Portuguesa do Ambiente tenham mão firme [sobre os poluidores] porque o diagnóstico está feito”, disse Samuel Infante, da Quercus, associação ambientalista que integra o movimento proTEJO, que organizou esta manifestação e estimou que 500 pessoas tenham hoje aderido ao protesto, o segundo já convocado por causa desta questão.

O ambientalista sublinhou que continuam a registar-se descargas poluidoras diariamente, situação que diz não poder continuar.

“É possível um desenvolvimento sustentado desde que quem atribui as licenças tenha vontade política de cumprir a lei”, frisou.

Os manifestantes, que se concentraram no cais fluvial de Vila Velha de Ródão, no distrito de Castelo Branco, iniciaram depois uma marcha que culminou com a leitura de um manifesto em frente aos portões da empresa Celtejo, fábrica de pasta de papel da Altri.

 

À Lusa, Carla Graça, da associação ambientalista Zero, realçou a “incapacidade” das autoridades competentes para resolver a situação da poluição no rio.

“Há uma incapacidade das autoridades competentes para solucionar o problema. Têm de ser os cidadãos a exigir que se resolva este problema. Isto é inadmissível num Estado de direito”, sustentou.

Entre os manifestantes estão autarcas de Vila Nova da Barquinha, Mação, Entroncamento, Abrantes, Alferrarede, Gavião, Ortiga, Arripiado, Azambuja, Praia do Ribatejo, Cartaxo, Nisa e Tancos, entre outros.

(…)

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