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PENA DE MORTE
China executa mais pessoas do que o resto do mundo

Alexandre Brito | RTP

 

Mais de 90 por cento das penas de morte aplicadas no mundo são executadas em cinco países: China, Irão, Arábia Saudita, Iraque e Paquistão. A China terá executado “milhares” de pessoas em 2016, diz a Amnistia Internacional, apesar de aquele país não revelar todos os dados.

De acordo com a Amnistia Internacional, mais de três mil pessoas, em 55 países, foram condenadas à morte em 2016, um aumento de 56 por cento face ao ano anterior.

No entanto, o número de execuções caiu em 37 por cento. Pelo menos 1032 pessoas foram mortas, menos 602 do que em 2015.

Apesar desta diminuição, diz a Amnistia Internacional, o número de execuções continua mais alto do que o registado na década passada.

Estes valores não representam, no entanto, a realidade na China, onde a informação sobre a pena de morte continua classificada como segredo de Estado. Ou seja, os dados não são públicos. A Amnistia Internacional indica no entanto que “milhares” de pessoas terão sido executadas no país.

Dos dados públicos, conhecidos, sabemos que o Irão é responsável por 55 por cento de todas as execuções de pena de morte no mundo. Se ao Irão juntarmos a Arábia Saudita, Iraque e Paquistão, 87 por cento das execuções foram nestes países.

Ainda de acordo com a Amnistia Internacional, as execuções nos Estados Unidos desceram para o número mais baixo desde 1991 – 20 sentenças de morte foram aplicadas em 2016. A maior parte nos Estados da Georgia e Texas.

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